terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
VALE A PENA?
sexta-feira, 25 de agosto de 2023
TEMPOS IMPREVISÍVEIS?
Talvez!
Observando-se, atentamente, o que já vem sendo relatado pelos habitantes do planeta e o que os cientistas, já a algum tempo, previram frente aos estudos por eles elaborados, o imprevisível já não é mais uma afirmação correta.
As mudanças climáticas tornaram-se frequentes e inesperadas para nós, habitantes desse planeta.
Por outro lado, parece que alguns possíveis flagelos, a que estaríamos expostos, não são suficientes para que se adotem medidas de preservação do meio ambiente.
Impressiona, de igual forma, as posturas de beligerância frente a quaisquer divergências de opinião.
Agora, credo, raça, capacidade econômica e cultura acadêmica são apenas diferenciais pessoais, pois, diante de uma partida de futebol, por algum campeonato, multidões de torcedores comparecem aos campos de futebol.
A busca pelo extravasamento das emoções encontra nas torcidas momentos de descontração e convívio.
Claro que, atualmente, até nos estádios de futebol a agressividade tem se tornado mais frequente.
Para quem vai divertir-se torcendo pelo seu time, estes encontros são momentos de descontração. Perdendo ou ganhando, não importa.
Saber partícipe de um momento de competição em que suas energias estão todas voltadas para a disputa e o possível êxito, já é um sentir-se vitorioso.
Se vier a frustração da derrota, esta nova energia negativa colocará por terra aquelas que lá existiam, de algum dissabor anterior.
Dessa forma, a energia da esperança de um novo encontro futebolístico, será uma recompensa que acompanhará este torcedor pelos dias subsequentes.
Afinal, nosso cotidiano necessita desse alimento que é a esperança.
O imprevisível, aqui, continuará a existir.
Jogadores lesionados e afastados darão um caráter imprevisível aos jogos que se sucederem. Ou até as chances de golo desperdiçadas, servirão a uma possível existência da imprevisibilidade.
A imprevisibilidade, portanto, é relativa. Quando, porém, todos os dados disponíveis afastam-na, há que se atentar e mover todos os esforços para direcionar novas atitudes de preservação do meio ambiente do nosso planeta.
segunda-feira, 31 de julho de 2023
UMA PAIXÃO QUE PERMANECE
Com certeza, isso não será empecilho para que os estádios não sejam tomados por milhares de torcedores.
As crises, as insatisfações, os desajustes não são motivos para abandonar o ímpeto de lá comparecerem.
Todas as emoções represadas aguardam estes momentos de competição, de desafios frente aos adversários, para se realimentarem e, embora por vezes perdedores, voltarem aos lares mais descontraídos. O convívio com os amigos e familiares torna-se menos tenso, pois todos encontraram naqueles momentos uma sensação de pertencimento ao grupo e de alegria pela convivência buscando o mesmo fim. Vencer é o objetivo. Mesmo não vencendo, permanece o sentimento de união que os mantém juntos por algumas horas.
Os aspectos positivos desses encontros são visíveis.
Agora, atualmente, em função do alto grau de agressividade que tem surgido entre os indivíduos, os confrontos entre torcedores rivais, dentro e fora dos estádios, têm se tornado corriqueiros.
Não há mais certeza de que um torcedor possa não sair ferido depois de uma partida de futebol.
Que tempos difíceis e incertos!
A paixão do brasileiro pelo futebol está enfrentando momentos desafiadores. Pelo menos, em território nacional.
Tudo isso, porém, não impede que os milhares de torcedores deixem de comparecerem aos estádios. Com sol ou com chuva, com gramados bem cuidados ou não, o cântico que impulsiona os jogadores está lá presente.
Há que se ressaltar que nunca se tocou tanto o Hino Nacional Brasileiro.
A cada competição, nos diversos campeonatos nacionais, o hino está presente. Esta é uma manifestação que reforça o amor à Pátria.
Mas não tem sido suficiente para um convívio harmonioso dentro de campo. Tampouco, fora do campo.
O aspecto positivo desses jogos seria a possibilidade de o torcedor esquecer das mazelas que o cotidiano tem propiciado e fazer renascer pelo seu clube sentimentos de apoio e incentivo.
Deveriam ser momentos de descontração com a exteriorização através de bandeiras representativas dos clubes, bem como do cantar de músicas cujas letras se somariam em prol de um bom desempenho do “clube do coração”.
O que se espera e deseja é que o nosso futebol continue sendo um esporte reconhecido pelo valor que possui e pela capacidade de movimentar multidões que buscam, pelas emoções, extravasar suas energias, embora inconscientemente.
É o que, talvez, não se apercebam, mas que faz toda a diferença no viver cotidiano que anda tão difícil.
Para tanta dificuldade, curtir momentos de descontração é o que mais se deseja por ora.
O ganhar ou perder é pura consequência. O que importa é participar, ganhando ou perdendo.
Isso é o que se percebe quando se observa as multidões que acorrem, reiteradamente, às partidas.
Portanto, ganhando ou perdendo, este fascínio pelo futebol permanece. E, sem dúvida, é um excelente antídoto contra tantas mazelas que se sucedem cotidianamente.
quarta-feira, 31 de maio de 2023
ELE AINDA É...
Milhares continuam comparecendo, assistindo, aplaudindo, gritando e torcendo como sempre.
Parece que o momento atual, em termos históricos, não afetou nossas variadas competições esportivas.
Como a mais popular é o futebol, sobre este o nosso olhar tem-se detido.
É surpreendente acompanhar o volume de pessoas que comparecem aos estádios.
Buscam, ao que parece, uma motivação para o viver cotidiano com mais esperança, mais alegria, mesmo que seu time não vença naquela partida encerrada.
Mesmo com chuva estão lá os torcedores em expressivo número.
São locais e momentos em que as emoções, represadas por problemas pessoais e familiares, são jogadas e partilhadas com outros tantos torcedores de mesmo time.
É impressionante ver tantos estádios lotados por famílias inteiras. Há a percepção de que esses torcedores são importantes e necessários para que seu time obtenha um bom resultado.
Por outro lado, também neste segmento de torcedores, que participam com suas presenças nos estádios, há um nível, atualmente, de agressividade.
Esta agressividade tem feito parte do cotidiano de alguns jogadores. Mas esta agressividade não é exclusividade sofrida por jogadores, mas presente em comunidades e bairros de cidades brasileiras.
Já existe a conscientização dessa prática pelos habitantes.
Fazer o quê?
Nada melhor que a Educação para resolver este gravíssimo problema. Sem que esqueçamos das punições necessárias para atitudes, reiteradas, como as de cunho racista, que se classificam como crimes.
Os campos de futebol eram redutos em que times e torcedores encontravam-se e desfrutavam de momentos de alegria ou de frustração, mas nunca de agressividade.
Observando-se a continuação dos campeonatos, espera-se que os dirigentes atentem para a importância da manutenção dos jogos em nível de segurança para jogadores e torcedores.
Porque, sem dúvida, eles representam, ainda, momentos de satisfação para aqueles milhares de fiéis torcedores que comparecem aos estádios de futebol.
O futebol é, ainda, o esporte das multidões. E, como tal, deve ser preservado de situações que o tornem menos competitivo, por tornar-se mais agressivo.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
MAIOR DO QUE “AQUILO”: SÓ O GLU-GLU-GLU!
Há uma quadra de Fernando Pessoa, entre tantas quadras ao gosto popular por ele escritas, que diz:

E, novamente, outro gaúcho, não da fronteira, mas da serra, colocará em ordem as coisas lá pela Seleção Brasileira.
Esperamos que, agora, a Seleção redescubra o seu potencial. Que seja possível reverter o vexame da última Copa do Mundo e que, principalmente, Tite consiga nos fazer esquecer daquele ensurdecedor glu-glu-glu com que fomos mandados embora da Copa América.
Xô, glu-glu-glu!
sexta-feira, 4 de julho de 2014
SERÁ?
quarta-feira, 25 de junho de 2014
CATEDRAIS DE EMOÇÕES
No plano societário, quem sabe, um dia, consigamos atingir as redes da coesão social com pitadas de fraternidade, cultivando jardins para que elas, as borboletas, voem como no Éden. Será querer demais?









